Correios busca regularizar entrega de correspondências em Laranjeiras
A Diretoria Regional dos Correios em Sergipe (DR/SE) vem buscando soluções para problemas na entrega de correspondências na área rural e em alguns conjuntos habitacionais da zona urbana de Laranjeiras. Para tratar da questão, o diretor Fernando Jasmim se reuniu nesta terça-feira, 13, com os vereadores José Mauro e Luciano dos Santos. Ontem o gerente da área operacional da DR/SE, Robério Torres, esteve com a prefeita Ione Sobral na tentativa de possibilitar a entrega de cartas e encomendas nas localidades onde atualmente há impedimentos que inviabilizam os serviços postais.
Na zona urbana, o problema se concentra nos conjuntos habitacionais recém-surgidos no entorno do centro da cidade. Muitas ruas ainda não foram denominadas e as residências não têm números, o que impossibilita a entrega. A Câmara de Vereadores se comprometeu a agilizar a denominação legal dos logradouros para que a prefeitura possa providenciar a identificação das ruas e casas. "Os Correios só pode fazer a entrega em ruas que têm nome e casas com o número. Sem isso não temos como trabalhar", esclarece Robério Torres.
Já nos povoados Pedra Branca, Mussuca, Bom Jesus e Várzea, a entrega de correspondências não ocorre nos domicílios. Assim como acontece no restante do país, as cartas e encomendas destinadas à zona rural são retiradas pelos moradores na Agência de Correios do município, mediante identificação. Em localidades com pequenas concentrações populacionais, a entrega domiciliar só ocorre caso seja assinado um convênio com a prefeitura local para a implantação de uma Agência Comunitária.
Após receber informações sobre a legislação que trata do assunto e sobre os procedimentos que precisam ser adotados, a prefeita de Laranjeiras sinalizou interesse em formalizar essa parceria com os Correios para facilitar a vida da população que reside nos povoados. Os detalhes do acordo serão discutidos em uma nova reunião marcada para esta quinta-feira, 15.
Convênio
Através da assinatura de um acordo, o município se compromete a providenciar o espaço físico adequado à instalação da Agência Comunitária e a disponibilizar um funcionário para realizar o serviço de entrega das correspondências. Em contrapartida, os Correios oferecem treinamento e fazem o repasse mensal de uma taxa administrativa.
Previsto em lei e orientado pela instrução normativa nº 1 de 14 de dezembro de 2000, esse tipo de convênio estabelece que a Agência Comunitária deve ser gerida por um operador terceirizado (entidade pública ou privada), em regime de mútua cooperação, mediante a celebração de acordos ou outros instrumentos congêneros.
Fonte: Ascom
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