Sergipe

24/11/2011 às 10h17

Professor acusado de abusar de crianças em plena sala de aula é preso

Redação Portal A8

Na manhã desta quinta-feira (24) a Polícia Civil, através da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci), detalhou a prisão do professor e diretor de escolas municipais, José Everton de Oliveira, 28 anos, que foi preso sob a acusação de estupro de vulnerável com o registro de quatro meninas vítimas, sendo três de oito anos e uma de 9.

De acordo com o coordenador operacional da Copci, delegado Hildemar Rios, o acusado trabalhava como diretor de uma escola municipal da cidade de Carira e lecionava em outra unidade educacional do município de Pinhão. A prisão aconteceu nesta terça-feira no momento em que José Everton jogava bola em um campo de futebol na cidade de Carira, onde o acusado morava com a esposa e uma filha recém-nascida de seis meses.

A prisão foi feita por agentes civis da cidade de Pinhão, coordenados pela delegada Luciana Pereira. Após o fato uma das vítimas comentou os abusos com a mãe que procurou o conselho tutelar que imediatamente acionou o secretário de educação da cidade de Pinhão que o afastou das atividades e comunicou o caso a polícia.

Segundo o relato das crianças, o professor chamava as alunas para o fundo da sala de aula no momento de pouco movimento com a desculpa de corrigir as tarefas. Aproveitando de pouco movimento ele acariciava o corpo das vítimas e fazia com que elas pegassem nos seus órgãos genitais, além de colocá-las no colo. Ele ainda ameaçava as crianças de morte caso elas comentassem o fato com alguém.

No dia 18 de novembro o caso foi comunicado a polícia. "Ouvimos as crianças que confirmaram os abusos. Além disso fizemos a oitiva do acusado e dos membros do conselho tutelar. Foi então pedida a prisão preventiva que foi expedida e cumprida de imediato", destacou Hildemar. O delegado afirmou, ainda, que por questão de segurança a unidade policial onde José Everton está custodiado à disposição da Justiça não será divulgada. Ele responderá pelo crime de estupro de vulnerável.

Fonte: SSP/SE