Inocentado, Anderson indica policial civil como autor do tiro que matou delegado Ademir em Sergipe
O delegado foi morto a tiros no dia 18 de julho de 2016, na zona sul da capital sergipana
O advogado Josefhe Barreto, que faz a defesa de Anderson Santos Souza, inocentado hoje (10) pela morte do delegado Ademir Melo, deu detalhes sobre o depoimento.
Segundo Josefhe, Anderson indicou um policial civil conhecido como "Rastafári" como o autor dos disparos. O policial foi morto nove dias após a morte do delegado Ademir.
Ainda de acordo com Josefhe, durante o depoimento, Anderson indicou que um outro delegado, que teria relacionamento extraconjugal com a viúva de Ademir, foi o mandante do crime, mas nomes não foram mencionados.
Josefhe afirmou que está com medo de represália e que Anderson permanece preso devido a outros crimes, mas que vai pedir a soltura. "Se algo acontecer contra a minha vida, eu vou tranquilo", disse.
O delegado foi morto a tiros no dia 18 de julho de 2016, na zona sul da capital sergipana, enquanto passeava com o cachorro, nas proximidades da própria residência. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o júri, a Polícia Civil informou que mantém o entendimento do resultado das investigações sobre a morte do delegado Ademir Melo como crime de latrocínio, com base em todos os levantamentos realizados durante o inquérito policial. Disse, ainda, que estará à disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário para novas diligências que julgarem necessárias.
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