Política

23/03/2020 às 17h05

Solidariedade: senadora sugere um olhar mais atento para ajudar a quem precisa neste momento

Assessoria de Imprensa

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) destacou nesta segunda-feira (23) a importância de se reforçar o espírito de solidariedade neste momento em que os brasileiros vivem situações de incerteza e dificuldades em decorrência do Coronavirus.  “Por natureza, o nosso povo é solidário e já se coloca à disposição. Mas, agora vivemos um quadro bem mais atípico, onde as pessoas carecem de um cuidado maior, pois estamos em isolamento e nem sempre conseguimos observar detidamente algumas questões”, disse a senadora.

Ela sugeriu que, sempre que possível, “dê uma olhada na comunidade para verificar se há um morador de rua, por exemplo, precisando de ajuda, não só para se alimentar, mas também para adotar as medidas necessárias de higiene”. De acordo com a parlamentar, além de morador de rua, muitas vezes, tem pessoas idosas ou sem recursos que, também, estão necessitadas.

“Nós precisamos estender a mão”, disse, ressaltando não se pode descuidar do distanciamento necessário para garantir a segurança no que diz respeito à possível contaminação pelo Coronavirus. “Cuidemo-nos e fiquemos atentos para orientar e oferecer um apoio”, disse, acrescentando que esse é um momento de reflexão e de colocar em prática a nossa fé de que logo mais tudo volta à normalidade.     

Pequenos comerciantes

Outra preocupação levantada pela senadora é em relação aos pequenos comerciantes e trabalhadores informais. No seu entender, é importante que a comunidade possa, também, fazer parte das suas compras nesses estabelecimentos, pois são os que mais estão sofrendo o impacto econômico provocado pelo Coronavírus.

“Temos uma economia cambaleante, um momento de muita instabilidade e os pequenos comerciantes, assim como os grandes, precisam sobreviver a esse momento. A minha sugestão é que possamos ir às grandes redes fazer compras, mas também prestigiemos os que estão nos bairros da periferia e nas comunidades. Como não têm reserva financeira, vão precisar muito do nosso apoio para manterem os seus estabelecimentos e não entrarem nos drásticos quadros estatísticos do desemprego”, afirmou.   


Fonte: Assessoria de Imprensa