Referência no Direito de Família e na defesa dos direitos humanos, Acácia Lélis busca vaga no TJSE pelo Quinto Constitucional
Com 37 anos de atuação voltados à defesa da dignidade humana e dos direitos fundamentais, a advogada Acácia Lélis é candidata ao Quinto Constitucional da advocacia para o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Nome reconhecido no Direito de Família, Infância e Juventude e no enfrentamento à violência doméstica, ela possui sólida formação acadêmica, doutora pela Universidade Estácio de Sá, mestre pela PUC/PR e especialista pela UFS, e ampla experiência institucional. Professora há 24 anos, formou gerações de juristas e hoje preside o IBDFAM/SE, onde atua em debates sobre inclusão, políticas públicas e modernização da Justiça.
Ao explicar sua motivação, Acácia destaca que a candidatura reflete uma trajetória construída com coerência e compromisso público. “Minha caminhada sempre foi pautada pela ética, pelos direitos humanos e pela busca de uma Justiça inclusiva. O Quinto é um instrumento relevante de democratização do Judiciário, e sinto que este é o momento de oferecer minha experiência para contribuir com um Tribunal mais plural e conectado à sociedade”, disse.
Caso seja escolhida, ela pretende fortalecer a relação institucional entre o TJSE e a advocacia. “Meu compromisso é ampliar a escuta, garantir acesso aos gabinetes, valorizar sustentações orais, modernizar sistemas e incentivar a mediação e a conciliação. O Judiciário precisa compreender a realidade de quem está na linha de frente do exercício profissional”, destacou.
Sobre o papel do advogado no Tribunal, Acácia afirma que a vivência prática agrega sensibilidade e aperfeiçoa o debate jurídico. “Quem vem da advocacia traz o olhar da vida forense, das demandas reais e das desigualdades sociais. Essa perspectiva precisa caminhar com independência, serenidade e fidelidade absoluta à Constituição”.
A representatividade feminina também é um ponto de destaque em sua candidatura. “Ocupar uma vaga no Tribunal seria uma conquista coletiva das mulheres da advocacia, reafirmando que preparo e compromisso social devem orientar esses espaços. Um Judiciário mais diverso é também um Judiciário mais sensível e alinhado à sociedade”, pontuou.
Entre seus princípios e propostas, Acácia cita ética, transparência, independência intelectual, modernização tecnológica, valorização da sustentação oral e adoção de protocolos de gênero, raça e infância. “Meu compromisso é com uma Justiça mais humana, moderna e eficiente. Recebo esse apoio com gratidão e responsabilidade. Minha trajetória foi construída com trabalho e compromisso público. Se for escolhida, honrarei essa confiança com dedicação integral e com a defesa de uma Justiça mais democrática e acessível", finalizou.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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