“Literatura em Estado de Poesia”: um encontro de vozes nordestinas na I Bienal do Livro de Sergipe
Evento tem entrada gratuita e acontece na próxima quinta-feira (18) no Museu da Gente Sergipana, às 9h45
Acontece nesta quinta-feira, (18), a roda de conversa "Literatura em Estado de Poesia", no Museu da Gente Sergipana, às 9h45, como parte da programação da I Bienal do Livro de Sergipe.
O encontro conta com presenças ilustres: A escritora sergipana Ilmara Souza e o escritor cearense Mailson Furtado. A atividade será mediada pelo escritor sergipano J. Victor Fernandes.
Ilmara Souza é poetisa, roteirista, cronista e jornalista. Com trajetória que abrange rádio, televisão, produção cultural e declamação, sua escrita se caracteriza pela sensibilidade e pela multiplicidade de linguagens, transitando entre a poesia intimista, as narrativas cotidianas e o universo do audiovisual.
Ela Integra o Movimento Cultural Antônio Garcia Filho da Academia Sergipana de Letras, onde ocupa a cadeira número dez, é membro fundador da Academia de Letras de Aracaju, cadeira número dois, e cofundadora da FLISE – Feira da Leitura e do Livro de Sergipe.
Mailson Furtado, poeta e ensaísta cearense, é vencedor do Prêmio Jabuti com o livro À Cidade (2018) e reconhecido nacionalmente por sua poesia que combina tradição e inovação. Sua obra investiga o sertão cearense, os imaginários nordestinos e a condição humana, projetando o Nordeste como território fértil de invenção literária.
J. Victor Fernandes é poeta e cronista, reconhecido como uma das vozes mais representativas da poesia contemporânea em Sergipe, lançou o livro Transtorno Poético em 2021. Suas obras transitam entre memória, crítica social, emoção e experimentação estética, contribuindo para o fortalecimento da literatura nordestina.
A proposta da conversa é refletir sobre a literatura e, em especial, a poesia enquanto mola motora de transformação e resistência em tempos atuais, em um cenário dominado pela informação efêmera e pelo imediatismo das redes sociais.
“O “estado de poesia” pode ser também entendido como uma condição de encantamento, uma forma de ver o mundo com olhos mais atentos e sensíveis, capazes de atravessar a superfície das coisas e alcançar o essencial.
"Viver em estado de poesia é abrir-se ao inédito, permitir que a literatura se reinvente a cada instante e encontre novas formas de expressão e diálogo com o tempo presente”, elucida o mediador João Victor Fernandes.
O encontro se insere no fortalecimento da troca entre escritores de diferentes regiões do Brasil, ressaltando a importância de uma convivência que gera transversalidade, ampliando horizontes e permitindo que a poesia dialogue com a diversidade cultural e social de cada território.
Por: Assessoria de Comunicação
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