Aracaju segue com risco médio de infestação pelo Aedes aegypti, com aumento em áreas críticas
Bairros como 17 de Março e Atalaia entrarão no foco das próximas ações emergenciais
Aracaju permanece em estado de alerta para doenças como dengue, Zika e Chikungunya, com índice geral de infestação do mosquito Aedes aegypti em 1,5%, segundo o novo Levantamento Rápido de Índices (LIRAa) divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) no mês de maio.
Embora o município siga classificado em médio risco, o dado chama atenção para o aumento expressivo em bairros como 17 de Março, que saltou de 0,0% para 3,2%, e Atalaia, que subiu de 0,9% para 3,6%. Esses locais entrarão no foco das próximas ações emergenciais da Prefeitura.
Apesar da preocupação com os novos focos, o levantamento traz avanços importantes: bairros antes classificados como de alto risco como Cidade Nova, Capucho e Dom Luciano, apresentaram melhora significativa e agora figuram em médio risco. Essa mudança é fruto direto da intensificação das estratégias de combate da SMS, como mutirões, aplicação de fumacê e visitas domiciliares.
Atualmente, dos 48 bairros de Aracaju, 14 estão em situação satisfatória e nenhum apresenta alto risco. Ainda assim, os depósitos de água em residências continuam como principal foco de proliferação do mosquito, respondendo por mais da metade dos criadouros.
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