Adoção dos animais: Adasfa continua com serviço na pandemia
Apesar da quarentena imposta pela COVID-19, a Associação Defensora dos Animais São Francisco de Assis (ADASFA) continua realizando seus trabalhos de doação dos animais acolhidos pelo abrigo. A entidade está tomando as precauções devidas e fazendo de tudo para que cada um dos gatos e cachorros, que já estão prontos para a adoção, encontrem um lar adequado e saudável.
Por conta da pandemia o processo de adoção está acontecendo de forma diferenciada. Quem quer adotar primeiro deve entrar em contato com os voluntários da Organização Não Governamental (ONG) por meio de suas redes sociais ou pelo número de Whatsapp (79) 9-9867-3222. Nas redes sociais da Adasfa são disponibilizadas as fotos de alguns dos bichos para a adoção.
Após o contato inicial com o abrigo, os voluntários marcam uma visita presencial para concluir o processo de adoção. Nele, a pessoa pode escolher o animal e precisa passar por uma entrevista detalhada. É importante que nesta visita aqueles que queiram adotar tenham algum documento de identificação e também um comprovante de residência. Além disso, está sendo obrigatório o uso da máscara para as pessoas que entram na instituição.
“As adoções são de extrema importância para nós. Doamos aqueles animais saudáveis, vacinados e castrados”, explica Maria Antônia Teles, uma das fundadoras e proprietária do abrigo. Em caso de filhotes, ela conta, o abrigo possui parceria com uma veterinária que oferece uma consulta inicial gratuita, além de um preço mais acessível para a castração do animal, mais tarde.
A professora universitária, Jaqueline Neves, conta que o seu processo de adoção foi inusitado. Ela adotou sua primeira cadela, Maggie Maria, na Adasfa em setembro de 2018, numa feira de adoção realizada na Universidade Tiradentes em parceria com o projeto Conduta Consciente. “Foi uma conexão. As pessoas às vezes não acreditam, mas eu olhei para aquela carinha e aí eu disse ‘nossa, eu não vou poder deixar ela voltar para a Adasfa’”, diz.
Jaqueline acredita que, nesses tempos de pandemia, muitas pessoas estão encontrando muito conforto em seus bichinhos de estimação. “A relação que se estabelece entre o ser humano e o animal, quando há cuidado, amor, é uma relação de muito carinho, de companheirismo mesmo.”, fala.
“Adotar um animal é um ato de amor, porque você vai pegar um animal que já foi abandonado, que já foi deixado e ele precisa de uma casa, de amor, atenção. Não só de alimento.”, acrescenta.
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