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18 do Forte: bairro recebe mutirão de combate ao Aedes aegypti

Na ação, que envolve cerca de 30 agentes comunitários e de combate a endemias, foram visitados uma média de 20 quarteirões

Por ascom PMA 16/01/2021 12h23
18 do Forte: bairro recebe mutirão de combate ao Aedes aegypti
ascom PMA

Neste sábado, 16, o bairro 18 do Forte recebeu as equipes da Prefeitura de Aracaju, para mais um mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, na ação coordenada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), em parceria com a Empresa de Serviços Urbanos (Emsurb) e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema). Na ação, que envolve cerca de 30 agentes comunitários e de combate a endemias, foram visitados uma média de 20 quarteirões. 

O trabalho feito pelas equipes se baseia na orientação, identificação e eliminação de focos e possíveis criadouros do mosquito, além da varrição, capinação, roçagem mecanizada e coleta de resíduos descartados incorretamente em terrenos baldios.

O bairro 18 do Forte está entre as localidades com maior demanda no trabalho de combate ao mosquito, e a participação da população é essencial na efetiva eliminação do mosquito. Mas o gerente do Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti, Jeferson Santana, destaca que o trabalho dos agentes acontece rotineiramente e em todos os bairros da capital.

“Temos esse cuidado de distribuir as equipes nas ações de campo, de maneira que todas as regiões da cidade sejam contempladas com o trabalho de combate ao mosquito. Seja por meio das visitas domiciliares ou a aplicação do fumacê durante a semana, ou através do cronograma de mutirões que acontecem aos sábados. E nesse período de verão, ficamos ainda mais em alerta, pois algumas regiões da cidade sofrem com a falta de água e as pessoas acabam tendo a necessidade de adotar reservatórios”, explica Jeferson. 

E o reflexo desse hábito contribui nos índices de infestação, que seguem apontado que mais de 80% dos criadouros se encontram nas residências, em locais como vasos de plantas, recipientes de água dos animais de estimação, vasos sanitários de pouco uso ou em baldes. 

“Ao adentrar as casas, os agentes orientam a população, pois sabemos que tem pessoas que acumulam água e não há problema nisso. A questão é a maneira como essa água está sendo reservada, pois é necessário tampar os depósitos, realizar a limpeza e troca da água pelo menos a cada três dias. O mesmo deve ser feito nas lavanderias, que quando não são limpas com a devida escovação, acabam se tornando criadouro do mosquito”, ressaltou o supervisor geral do Programa Municipal de Combate ao Aedes aegypti, Elielson Rodrigues