Sergipe

28/01/2020 às 14h36

Operação Eva: polícia apreende celulares com restrição de roubo e furto em loja

Com informações da SSP/SE

Nesta terça-feira (28), o Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) deflagrou operação em uma loja de celulares e acessórios para os aparelhos. Na ação, foram

Foto: SSP/SE
apreendidos 19 telefones, sendo dois com restrição de roubo e furto. A atuação da polícia é uma continuação da Operação Eva, que investiga a subtração de celulares durante grande eventos.

De acordo com a delegada Mayra Moinhos, após denúncias, a polícia deflagrou a operação. “Tivemos a informação de que haveria aparelhos furtados e roubados. Dos 19 celulares, encontrados, dois aparelhos tinham restrição de roubo e furto, em uma loja localizada na avenida Hermes Fontes”, explicou. 

Os aparelhos foram encaminhados ao Cope para verificação mais detalhada. O proprietário do estabelecimento comercial também foi encaminhado para a unidade policial onde irá prestar esclarecimentos. “As investigações serão mantidas. Vamos continuar no sentido de identificar outras lojas que fazem esse tipo de trabalho ilegal. A inteligência está mobilizada para identificarmos essa ação”, complementou a delegada.

 Operação Eva

Na última segunda-feira (20), o Cope apresentou detalhes sobre as investigações que resultaram na Operação Eva. A ação policial investiga suspeitos de furtarem, roubarem e desbloquearem aparelhos celulares com sistemas desenvolvidos por integrantes de uma associação criminosa. Nas investidas, os integrantes do grupo conseguiam obter códigos de desbloqueio de celulares, além de realizarem ameaças às vítimas por meio de mensagens em aplicativos.

Em entrevista coletiva, a delegada Mayra Moinhos explicou que o grupo agia retirando os celulares das vítimas. “Tudo começa com os roubos e furtos de celulares. Sejam em grandes festas, em via pública ou em um restaurante, como esse em Aracaju, onde uma arquiteta e a esposa de um deputado estadual tiveram seus celulares roubados. Temos vídeos com os assaltos. Os investigadores estão nesse caso há quase um ano”, explicou.


Fonte: Com informações da SSP/SE