Sergipe

03/10/2018 às 17h54

OAB faz ato de desagravo público e Acadepol rebate contra suposta violação das prerrogativas no exercício da advocacia

Com informações da OAB/SE e Adepol

Nesta quarta-feira (3), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Sergipe, realizou um ato em de desagravo público na sede do Centro de Operações Policiais Especiais

Foto: OAB/SE
(COPE) em favor dos advogados Alan Almeida Sales de Campos e Ana Carolina Menezes Moura. Contudo, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol) emitiu nota expressando que o ato consiste em “pré-julgamento e afronta à tão cara presunção de inocência”.

O ato, segundo a OAB, se deu por conta da inadmissão à busca de conhecimento dos advogados sobre os processos de seus clientes. “Ao tentarem galgar informações no COPE, os profissionais foram tratados duramente, sofrendo agressões verbais e ofensas pelo delegado responsável. Além de sua entrada, também foi negado, no momento, o pedido de chamado à OAB, para a garantia de seus direitos de exercício da profissão. Insistindo na entrada ao recinto, Alan ainda recebeu voz de prisão do delegado”, apontou o material.

Sobre o ato feito, a Adepol, por meio de nota, expressa a mais absoluta crença de que ao final das apurações nas instâncias competentes, onde serão apresentados todos os elementos de prova, a verdade prevalecerá. “O ato de desagravo consiste em pré-julgamento e afronta à tão cara presunção de inocência, mitigando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, institutos dos quais a OAB é uma histórica guardiã”, registrou.


Fonte: Com informações da OAB/SE e Adepol