Sergipe

24/05/2018 às 15h04

Greve dos caminhoneiros: Governo avisa que adota medidas para não prejudicar serviços

Com informações da Secom/Governo

Com o protesto dos caminhoneiros que interditaram alguns acessos de rodovias, o Governo de Sergipe emitiu nota informando que vem tomando medidas cabíveis para não prejudicar a prestação de serviços e assim garantir a assistência em áreas essenciais como a saúde e segurança pública.   

De acordo com a nota, o Governo está buscando suprir o abastecimento de viaturas e ambulâncias, bem como garantir o funcionamento das unidades que atendem diretamente a população. Além disso, a administração estadual vem monitorando as consequências causadas pela greve dos caminhoneiros. 

“Informamos que estamos de prontidão para tomarmos as providências necessárias e que estejam ao nosso alcance para garantir a assistência em áreas essenciais como a saúde e segurança pública, buscando suprir o abastecimento de viaturas e ambulâncias, bem como garantir o funcionamento das unidades que atendem diretamente a população”, informou o Governo. 

Além disso, continuou a nota: “Entendemos que o governo Federal precisa assumir a responsabilidade na resolução desse impasse criado nacionalmente, pois, apenas ele possui os meios para dar as soluções que evitem o colapso do principal sistema de transporte do país, o rodoviário, evitando, consequentemente, desabastecimento em diversas áreas, gerando mais fragilidade em uma economia já vulnerável”. 

Por fim, o governo de Sergipe afirmou esperar do governo Federal: “detentor da maior parcela dos recursos provenientes do recolhimento dos impostos do povo brasileiro, não empurre parte dessa responsabilidade para Estados e Municípios, que, ao longo dos anos, vêm assumindo uma parcela cada vez maior das despesas com saúde, educação e segurança pública”.

 

A nota concluiu acrescentando que “sempre alerta, o governo de Sergipe está atento aos acontecimentos, esperando um bom desfecho desse imbróglio, mas preparando para assumir suas responsabilidades”.


Fonte: Com informações da Secom/Governo