Sergipe

24/02/2018 às 09h02

Operação apurou o envolvimento de sindicalistas na morte de Barriga

Redação Portal A8

Foto: SSP/SE
A operação SOS Barra realizada na manhã desta sexta-feira (24) buscou cumprir sete mandados de prisão temporária.  Os articuladores do crime, que acabou na morte do líder do Movimento SOS Emprego em dezembro de 2017, foram identificados como André Silva Santana, presidente do Sindimont, Sindicato dos trabalhadores nas empresas de montagem, manutenção e prestação de serviços,juntamente com Leandro Costa Alves, e Jailton Paulino Bispo dos Santos, assessores do sindicato ligado à força sindical.

Segundo informações passadas durante a coletiva, o suposto autor dos disparos seria César Júlio Santos da Silva. O motociclista seria Ricardo Monteiro dos Santos e Sidney Santos de Oliveira que foi levar o currículo à residência do suspeito para saber se estava em casa.

Também foi preso com um mandado Elielson Feitosa dos Santos, mas segundo a polícia ele está descartado do crime, mas permanece preso porque na casa dele foi encontrada uma quantidade de drogas.

A coordenadora do departamento de homicídios, Tereza Simony informou que nas imagens divulgadas da motocicleta dos suspeitos, houve uma análise mais profunda e um carro no local levantou suspeitas.

No depoimento, apenas o André Santana, o presidente do Sindmont se manifestou em dizer que os responsáveis foram os assessores dele, mas afirmou que ajudou a pagar o dinheiro combinado para o assassinato.

Ainda de acordo com a coordenadora do departamento de homicídios, o valor pago por esse crime foi de 3 mil reais. O que chama a atenção ainda são as supostas motivações, uma de que o movimento SOS emprego crescesse e ganhasse força. Outra é que o movimento não cobrava contribuição sindical e isso incomodava a essas pessoas.

A família da vítima, o Clodoaldo dos Santos Melo se revoltou e questionou o motivo banal. Clodoaldo dos santos melo conhecido como barriga foi morto na porta de casa na barra dos coqueiros no dia 14 de dezembro. A violência do crime chamou a atenção, porque a vítima morreu com um tiro nas costas e na frente do filho de apenas 12 anos. Apesar das prisões, a família permanece com medo.

A coordenadora do DHPP confirma que vai pedir a prisão preventiva dos seus envolvidos no crime.

A operação SOS Barra realizada na manhã desta sexta-feira (24) buscou cumprir sete mandados de prisão temporária.  Os articuladores do crime, que acabou na morte do líder do Movimento SOS Emprego em dezembro de 2017, foram identificados como André Silva Santana, presidente do Sindimont, Sindicato dos trabalhadores nas empresas de montagem, manutenção e prestação de serviços,juntamente com Leandro Costa Alves, e Jailton Paulino Bispo dos Santos, assessores do sindicato ligado à força sindical.

Segundo informações durante a coletiva, o suposto autor dos disparos seria César Júlio Santos da Silva. O motociclista seria Ricardo Monteiro dos Santos e Sidney Santos de Oliveira que foi levar o currículo à residência do suspeito para saber se estava em casa.

Também foi preso com um mandado Elielson Feitosa dos Santos, mas segundo a polícia ele está descartado do crime, mas permanece preso porque na casa dele foi encontrada uma quantidade de drogas.

A coordenadora do departamento de homicídios, Tereza Simony informou que nas imagens divulgadas da motocicleta dos suspeitos, houve uma análise mais profunda e um carro no local levantou suspeitas.

No depoimento, apenas o André Santana, o presidente do Sindmont se manifestou em dizer que os responsáveis foram os assessores dele, mas afirmou que ajudou a pagar o dinheiro combinado para o assassinato.

Ainda de acordo com a coordenadora do departamento de homicídios, o valor pago por esse crime foi de 3 mil reais. O que chama a atenção ainda são as supostas motivações, uma de que o movimento SOS emprego crescesse e ganhasse força. Outra é que o movimento não cobrava contribuição sindical e isso incomodava a essas pessoas.

A família da vítima, o Clodoaldo dos Santos Melo se revoltou e questionou o motivo banal. Clodoaldo dos santos melo conhecido como barriga foi morto na porta de casa na barra dos coqueiros no dia 14 de dezembro. A violência do crime chamou a atenção, porque a vítima morreu com um tiro nas costas e na frente do filho de apenas 12 anos. Apesar das prisões, a família permanece com medo.

A coordenadora do DHPP confirma que vai pedir a prisão preventiva dos seus envolvidos no crime.