Sergipe

10/05/2013 às 08h05

Escravos do crack - Adiberto de Souza

Redação Portal A8

A Secretaria da Segurança Pública acaba de lançar uma importante campanha convidando os sergipanos a usarem o telefone 181 para "denunciar o traficante de sua comunidade". A SSP está certa, pois além da família, a sociedade em geral deve se envolver na luta contra o crack, droga que não escolhe cor, gênero, classe social ou religião. Com poder avassalador, essa praga invadiu a sociedade, quebrou regras, transpôs limites e escravizou milhares de pessoas. Jovens viciados desfalcam os pais, roubam e se prostituem para comprar um punhado do "veneno". O crack é descrito pelos usuários como uma "droga egoísta". Dependentes deixam aos poucos o convívio familiar, amigos e trabalho. Isolam-se. E as alucinações provocadas pela paranóia pós-droga começam a atormentar. O grito por socorro só vem quando existe uma consciência da própria desmoralização, mas aí já é tarde demais. Portanto, é dever de todos lutar contra essa tragédia.

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