Cerca de três mil pessoas participam do Grito do Excluídos
Durante o protesto, lideranças comunitárias e sindicais discursaram em favor da inclusão social
Este ano um cordão de isolamento seprarou os manifestantes (Foto: Reprodução/ TV Atalaia)
Aconteceu na manhã desta quarta-feira (07) o 17º Grito dos Excluídos, que segundo os organizadores reuniu cerca de três mil pessoas na avenida Barão de Maruim. Este ano o ato, que é organizado pela igreja católica, por sindicatos e movimentos sociais, trouxe como tema "vida em primeiro lugar".
Através de carros de som lideranças comunitárias e sindicais discursaram em favor da inclusão social. De acordo com o padre Genival, a manifestação busca uma cultura de esperança e denunciar a injustiça contra a vida.
Este ano os organizadores e participantes do Grito foram surpreendidos por um cordão de isolamento que os separavam da última escola do desfile cívico de 07 de setembro. A presença de policiais militares e viaturas deixou os manifestantes indignados.
"Isso é uma repressão, há 17 anos participamos do desfile e nunca tivemos nenhum problema, fazemos uma manifestação pacífica e não tem necessidade a presença da polícia", declarou Lindomar Almir, do Sindimina.
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