Sergipe

10/11/2010 às 14h17

Jorge Vercillo irá se apresentar no Teatro Tobias Barreto

No show o artista apresenta com sua banda o repertório de seu novo trabalho "D.N.A"

Redação Portal A8

"D.N.A." é o título do show que o cantor e compositor Jorge Vercillo traz para Aracaju no próximo dia 25 de novembro. O espetáculo acontece no palco do Teatro Tobias Barreto, a partir das 21h00, onde o artista apresenta com sua banda o repertório de seu novo trabalho, que marca a estreia na gravadora, a Sony Music. O disco traz ao todo doze faixas, sendo dez canções inéditas, todas de autoria de Jorge Vercillo, sozinho ou em colaboração com parceiros habituais, como Dudu Falcão e Ana Carolina. D.N.A. ainda registra a primeira parceria do compositor com Alexandre Rocha, no ijexá "Por nós", além do encontro inédito do cantor com o multi-instrumentista Filó Machado, no samba funk latino "Arco-Íris".

Abrindo o álbum, "Há de ser" (Jorge Vercillo) traz o primeiro trabalho em conjunto do cantor com um de seus ídolos, Milton Nascimento, com quem o cantor faz um sofisticado dueto. "Jorge é o que eu entendo por verdadeiro músico. É um amigo, faz parte de minha família, assim como abriu as portas da dele. E como se não bastasse ainda me deu a felicidade de cantarmos juntos Há de ser, uma obra prima. Irmão, obrigado a você e a seus músicos maravilhosos", declara-se Milton Nascimento.

Outra estreia significativa desse novo álbum é a parceria entre o cantor e sua esposa, Gabriela Vercillo. Juntos, eles dividem a letra do standard jazz "Memória do prazer", que tem melodia do compositor. Com regência e arranjo de cordas de Jaques Morelembaum, a canção conta ainda com a participação especial da talentosa voz da cantora Ninah Jo, apresentada por Vercillo.

Eleita como o primeiro single do disco, "Me transformo em luar" (Jorge Vercillo) remonta às origens musicais de Jorge Vercillo quando, no início do novo milênio, ele surgiu no cenário musical trazendo em seu D.N.A. o rhythm & blues e a black music, em canções como "Final feliz" e "Leve", vertentes ausentes em "Todos nós somos um", seu disco de estúdio anterior.

Pela primeira vez Vercillo usa cavaquinho, surdo, violão de sete cordas e formação original de samba num disco. A música "Verdade oculta", de sua autoria, mostra o momento de envolvimento do cantor com a teosofia, ufologia e uma visão holística do mundo ("Como é que eu devo ter medo do que é só amor? / Perceba a cumplicidade entre espinho e flor... / Quem não julga o desigual nada vai descriminar..."). Em "Ventos elísios", também de sua autoria, Vercillo faz um questionamento sobre a nossa incapacidade de compreender e de se aprofundar no que é impalpável e indizível ("É raso quando falo do profundo / É claro o despreparo se eu adentro pelo escuro").

 

Com informações da Assessoria