Pesquisa aponta avaliação negativa para as rodovias em SE
Apenas 11,2% das estradas de Sergipe estão entre ótimas e boas.
A Pesquisa Rodoviária 2009, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostra que apenas 11,2% das estradas de Sergipe estão entre ótimas e boas. O estudo revela também que 43% das rodovias são consideradas entre ruim e péssimo e 45,7% regulares. O levantamento fez um Raio-X sobre a malha viária sergipana apontando suas condições gerais.
A CNT avaliou as condições de 672 quilômetros de rodovias federal e estadual em Sergipe. Os tópicos avaliados foram pavimento, sinalização e geometria. As estaduais analisadas foram as: SE-104, 210, 216, 220, 226, 302, 318. Quanto as federais a pesquisa avaliou a BR-101, 235 e 349.
Das estradas estaduais a melhor avaliada foi a SE-318 (na região da cidade de Estância), que obteve classificação regular, mas foi avaliada com um ótimo pavimento, porém a sinalização foi apontada como péssima.
Entre as piores rodovias estaduais avaliadas pela CNT estão a SE-210 (na região do povoado Pedra Branca, em Laranjeiras), SE-302 (na região dos municípios de Pedra Mole e Pinhão), SE-220 (que liga os municípios de Graccho Cardoso a Aquidabã) e a SE-226 que faz a ligação da BR-101 a cidade de Capela. Todas elas tiveram uma avaliação geral considerada péssima.
Quanto às rodovias federais, a CNT avaliou as duas que cortam o estado de Sergipe: BR-101 e BR-235. Ambas foram avaliadas como regulares.
A pesquisa
A Pesquisa Rodoviária 2009 da Confederação Nacional dos Transportes(CNT) mostrou melhora nas condições das rodovias do País. Segundo o estudo, 31% de todas as estradas do País - federais, estaduais e concedidas à iniciativa privada - estão em condições ótimas ou boas. Na pesquisa anterior, de 2007, o porcentual de rodovias em boas condições era 26,1%. Já as avaliações negativas (ruim, péssimo ou regular) foram reduzidas de 73,9% para 69%.
Para realizar a pesquisa, a CNT avaliou as condições de 89.552 quilômetros de rodovias, sendo 75.337 sob gestão pública, federal ou estadual, e 14.215 quilômetros da malha administrada pela iniciativa privada. Apesar de elogiar os investimentos do governo na recuperação das rodovias - de R$ 23 bilhões desde 2003, segundo a CNT -, o presidente da entidade, Clésio Andrade, disse que muito ainda precisa ser feito.
Segundo cálculos da CNT, para que todos os trechos de rodovias mal avaliados fossem recuperados, seriam necessários investimentos de, no mínimo, R$ 32 bilhões. Ele também cobrou que os recursos da Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide) dos combustíveis sejam aplicados integralmente na melhoria da infraestrutura de transportes do País.
Ao longo das estradas é fácil identificar as irregularidades (Foto: Sérgio Ferreira)
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