Sergipe

27/02/2009 às 16h37

Para Déda, Gautama é culpada pelo rodízio de àgua em Aracaju

Ao falar com os jornalistas sobre o rodízio de água, implantado pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), em Aracaju, o governador Marcelo Déda atribuiu o problema à construtora Gautama, do empresário Zuleido Veras, pivô do escândalo que culminou com a Operação Navalha.

Redação Portal A8

Ao falar com os jornalistas sobre o rodízio de água, implantado pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), em Aracaju, o governador Marcelo Déda atribuiu o problema à construtora Gautama, do empresário Zuleido Veras, pivô do escândalo que culminou com a Operação Navalha, deflagrada em maio de 2007.

"As obras de construção da barragem do Rio Poxim e de duplicação da adutora do São Francisco, que impediriam a realização do rodízio, foram paralisadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por uma série de irregularidades praticadas pelo governo passado", lembrou Deda, ao anunciar investimentos da ordem de R$ 300 milhões para tentar minimizar o problema.

O governador ainda ressaltou que os auditores do TCE constataram que "sumiram R$ 200 milhões dos recursos que seriam para a obra, que estava sob responsabilidade da Construtora Gautama". Ele disse também que enfrentou sérias dificuldades por conta do descumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), por parte do seu antecessor, o ex-governador João Alves Filho (DEM), que deixou o Estado sem conseguir as certidões negativas para contrair empréstimos e financiamentos.