Tilápia-azul abre inscrições para oficinas gratuitas em artes visuais em Aracaju
Dupla de artistas expõe pesquisas em centro cultural de Aracaju
A plataforma de arte contemporânea Tilápia-azul abriu inscrições para duas oficinas gratuitas no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto, o antigo Centro Cultural de Aracaju. Os artistas visuais Kauam Pereira e Davi Cavalcante são, respectivamente, os responsáveis pelos encontros nos dias 13 e 14 de janeiro de 2026.
Das 14h às 18h, eles devem debater temas como curadoria e escultura, com base em investigações pessoais e independentes. Na terça-feira (13), Kauam se dedica às obras de dois artistas sergipanos, Véio e Zé Carlos Garcia, a fim de amplificar a noção de escultura e revisitar o debate histórico. Na quarta-feira (14), Davi apresenta estratégias para a prática curatorial e analisa casos que experimentou como artista, curador ou visitante.
O público pode selecionar uma ou duas atividades, cujos detalhesestão disponíveis no site da Tilápia-azul. A plataforma recebe inscrições até que as turmas preencham o número total de vagas: por encontro, são 15 participantes, que devem contribuir para os debates e os exercícios com os mediadores.
A jornada de oficinas é a primeira ação pública do Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte, que foi criado pela editora Luís Matheus Brito, para intensificar as discussões sobre as artes visuais e o contemporâneo tanto na capital quanto no estado. Os esforços em prol da crítica de arte se acumulam desde 2023, ano de criação do site. Ao longo das oficinas, porém, a faceta crítica deve se somar à faceta criativa, diz a editora.
De agora em diante, a plataforma deve se concentrar numa pesquisa sobre as artes visuais em Aracaju, especialmente sobre os trabalhos desenvolvidos com o apoio da Lei Paulo Gustavo (LPG) por meio da Funcaju (Fundação Cultural Cidade de Aracaju), que, por sinal, contemplou o Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte com uma bolsa de pesquisa da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), em 2025.
Segundo Luís Matheus Brito, o foco na produção mais recente da capital do estado não é impedimento para incluir os cenários regionais e nacionais de uma só vez, já que a interpretação da realidade local depende do acesso a outros agentes não só das artes visuais, mas também de outras linguagens.
“A partir de referências e tópicos”, diz a editora, “as primeiras oficinas já ultrapassam o recorte inicial. O protagonismo continua em artistas e obras aracajuanas, desde que se construa uma rede dialógica com o que se situa do lado de fora”. Até o final do primeiro semestre de 2026, a editora prevê a produção de eventos e a publicação de material impresso e virtual. Todas as ações do Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte são gratuitas.
Por: Asssessoria de Imprensa
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