Tilápia-azul abre inscrições para oficinas gratuitas em artes visuais em Aracaju

Dupla de artistas expõe pesquisas em centro cultural de Aracaju

Por Redação do Portal A8SE, com informações da Assessoria de Imprensa 08/01/2026 12h06
Tilápia-azul abre inscrições para oficinas gratuitas em artes visuais em Aracaju
Fotos: Vulgo Jr. e Adriano Machado

A plataforma de arte contemporânea Tilápia-azul abriu inscrições para duas oficinas gratuitas no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto, o antigo Centro Cultural de Aracaju. Os artistas visuais Kauam Pereira e Davi Cavalcante são, respectivamente, os responsáveis pelos encontros nos dias 13 e 14 de janeiro de 2026.

Das 14h às 18h, eles devem debater temas como curadoria e escultura, com base em investigações pessoais e independentes. Na terça-feira (13), Kauam se dedica às obras de dois artistas sergipanos, Véio e Zé Carlos Garcia, a fim de amplificar a noção de escultura e revisitar o debate histórico. Na quarta-feira (14), Davi apresenta estratégias para a prática curatorial e analisa casos que experimentou como artista, curador ou visitante.

O público pode selecionar uma ou duas atividades, cujos detalhesestão disponíveis no site da Tilápia-azul. A plataforma recebe inscrições até que as turmas preencham o número total de vagas: por encontro, são 15 participantes, que devem contribuir para os debates e os exercícios com os mediadores.

A jornada de oficinas é a primeira ação pública do Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte, que foi criado pela editora Luís Matheus Brito, para intensificar as discussões sobre as artes visuais e o contemporâneo tanto na capital quanto no estado. Os esforços em prol da crítica de arte se acumulam desde 2023, ano de criação do site. Ao longo das oficinas, porém, a faceta crítica deve se somar à faceta criativa, diz a editora.

De agora em diante, a plataforma deve se concentrar numa pesquisa sobre as artes visuais em Aracaju, especialmente sobre os trabalhos desenvolvidos com o apoio da Lei Paulo Gustavo (LPG) por meio da Funcaju (Fundação Cultural Cidade de Aracaju), que, por sinal, contemplou o Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte com uma bolsa de pesquisa da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), em 2025.

Segundo Luís Matheus Brito, o foco na produção mais recente da capital do estado não é impedimento para incluir os cenários regionais e nacionais de uma só vez, já que a interpretação da realidade local depende do acesso a outros agentes não só das artes visuais, mas também de outras linguagens.

“A partir de referências e tópicos”, diz a editora, “as primeiras oficinas já ultrapassam o recorte inicial. O protagonismo continua em artistas e obras aracajuanas, desde que se construa uma rede dialógica com o que se situa do lado de fora”. Até o final do primeiro semestre de 2026, a editora prevê a produção de eventos e a publicação de material impresso e virtual. Todas as ações do Programa Tilápia-azul de Crítica de Arte são gratuitas.

Por: Asssessoria de Imprensa

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