Polícia Civil tem carga horária ampliada
Desde ontem que os policiais civis de Sergipe passarão a ter uma carga horária de 40 horas semanais, conforme prevê a Lei nº 6.429, sancionada pelo governador Marcelo Déda em 23 de junho de 2008. Isso significa que a corporação aumentará em 33% o seu poder de atuação, pois amplia as escalas e aumenta o efetivo no atendimento ao público. Antes a carga horária de um Policia Civil era de 30 horas semanais.
A medida prevista na Legislação Estadual é uma contrapartida para os benefícios que o Governo de Sergipe concedeu especialmente à categoria de agentes de Polícia Civil, com a elevação para o nível superior de escolaridade mínima exigida para todos os policiais e aumento dos salários da categoria de forma escalonada. Para o superintendente da Polícia Civil, delegado Gilberto Guimarães, todo esse esforço resultará num salto de qualidade nos trabalhos da instituição.
"Exemplo prático do avanço representado por essa medida é que todas as unidades da Polícia Civil poderão ampliar tanto os seus expedientes normais como seus plantões, com cada policial tendo, em média, duas horas a mais por dia em sua jornada. O impacto imediato disso será nas atividades que já são desenvolvidas e que terão agora mais qualidade e continuidade, com delegados, escrivães e agentes mais comprometidos", ratificou.
Tanto na região metropolitana de Aracaju como no interior do Estado, os habitantes já são beneficiados. "Temos novas delegacias funcionando em jornada plantonista na capital e em Nossa Senhora do Socorro, Propriá, Itabaiana, Nossa Senhora da Glória e Estância. Além disso, as delegacias em Nossa Senhora das Dores e em Lagarto tiveram o expediente estendido até a meia noite", afirma Gilberto.
A categoria dos policiais civis já estava esperando a lei entrar em vigor, ‘`Ela faz parte das negociações que fizemos com o governo do estado no inicio do ano passado que nos concedeu aumento salarial``, disse o vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe Roberto Moraes. Segundo ele, o que os policiais temem é a gestão da SSP que não respeita os direitos dos policiais que muitas vezes tem a sua função desviada. Ele citou, por exemplo, que mais de trinta policiais estão lotados na sede da Secretaria de Segurança Pública, quando deveriam trabalhar em delegacias.
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