Morre, aos 83 anos, o trombonista sergipano Zé da Velha
Músico integrou conjunto com Donga e Pixinguinha e foi fundamental na música brasileira
Morreu, nesta sexta-feira (26), aos 83 anos, o trombonista sergipano Zé da Velha, referência do choro e na música instrumental brasileira, vítima de infecção bacteriana. A informação foi confirmada pela família do músico.
Nascido em Aracaju, o músico consolidou uma carreira de mais de seis décadas e se tornou elo entre a velha guarda do gênero e os novos instrumentistas.
Zé da Velha iniciou a trajetória profissional nos anos 1950, quando integrou o conjunto Velha Guarda ao lado de Donga e Pixinguinha, época em que ganhou o apelido que o acompanharia por toda a vida.
Nas décadas seguintes, passou por grupos como Conjunto Sambalândia, Orquestra Gentil Guedes, Chapéu de Palha e Suvaco de Cobra, sempre marcado pela sonoridade inconfundível do trombone.
Nota de pesar
A Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) manifestou profundo pesar pelo falecimento do trombonista.
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