Síndrome respiratória: estudo da Fiocruz aponta queda a longo prazo no número de casos em Sergipe
Redação Portal A8SE
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta quarta-feira (02) uma nova pesquisa referente ao número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o país. Em Sergipe, as últimas três semanas apresentam estabilidade de casos.
Os dados mostram que Sergipe, Espírito Santo e Rondônia apresentam sinal de queda na tendência de longo prazo e estabilidade nas últimas três semanas. Todas as Unidades da Federação apresentam ao menos uma macrorregião de saúde em nível de casos semanais alto ou superior. Já os estados que apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) são Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Embora Bahia, Pará e Pernambuco apresentem sinal de estabilidade na tendência de longo prazo, a tendência das últimas três semanas é de crescimento. O Distrito Federal apresenta sinal de estabilidade nas duas tendências analisadas.
Capitais
Em relação às capitais, o levantamento indica que 19 das 27 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 4: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), plano piloto de Brasília e arredores (DF), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA).
Em Aracaju (SE), Porto Velho (RO), Recife (PE) e Vitória (ES), embora apresentem sinal de estabilidade ou queda na tendência de longo prazo, estão com sinal de crescimento na tendência de curto prazo.
Em Teresina (PI) observa-se sinal de estabilidade nas duas análises; em Salvador (BA) o sinal é de queda na tendência de longo prazo e estabilidade no curto prazo; e em Fortaleza (CE) e São Paulo (SP) têm-se sinal de queda nas duas análises de tendência. Dentre as que apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, apenas em Belém, Belo Horizonte, Florianópolis e São Luís este sinal é moderado probabilidade > 75%), enquanto nas demais o sinal é forte (probabilidade > 95%).
