Em Aracaju, risco de transmissão de doenças pelo Aedes aegypti é considerado médio
Redação Portal A8SE com informações da Prefeitura de Aracaju
Nesta quinta-feira, 01, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) divulgou mais um Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). O balanço aponta que a capital sergipana apresentou no primeiro semestre de 2021 um baixo índice de infestação das doenças transmitidas pelo mosquito.
Segundo os dados, nos seis primeiros meses do ano, foram notificados 101 casos de dengue, com 31 confirmados; de Chikungunya foram 203 casos notificados, com 127 confirmados; e de Zika foram 15 casos notificados e sete confirmados. Os bairros com maior incidência foram Ponto Novo, Jabotiana e Farolândia. Com o resultado, o levantamento teve um índice de 1% em janeiro, passando para 1.1% em março, e encerrou o semestre em 1.3%. Apesar de o índice se manter baixo, Aracaju registra casos das três arboviroses: dengue, chikungunya e zika.
De acordo com o gerente do Programa de Combate ao Aedes aegypti, Jeferson Santana, "este ano está sendo marcado pela alternância de dias de chuva intensa e dias de muito sol, condição que é favorável para o desenvolvimento do mosquito", explica o gerente.
O gerente destaca que a administração municipal tem feito sua parte, mas a colaboração da população é fundamental para o êxito das ações. “Se as pessoas não estiverem fazendo a sua parte, na sua casa, na sua rua, no seu bairro, o mosquito conseguirá nascer. Então é fundamental que as pessoas nos ajudem na manutenção das ações, colaborando com a limpeza e eliminando os locais de acúmulo de água. Cabe a cada cidadão ser um agente de combate ao Aedes aegypti”, reforça.
Os órgãos ainda recomendam que ao perceber sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo, principalmente nas articulações, e manchas vermelhas na pele, é importante procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima.
