Empreendedorismo feminino: Sebrae realiza debates sobre o assunto
Evento marca o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino.
informações do Sebrae
Nesta quinta-feira, 19, é celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Por conta disso, o Sebrae realiza – dentro da Semana Global de Empreendedorismo – uma série de debates reunindo algumas das mais destacadas empreendedoras do país. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site.
O painel “Dicas de ouro para mulheres líderes” vai abrir a programação, às 10h15, tratando sobre as habilidades que as mulheres precisam para exercer um papel de liderança. A presidente da Microsoft Brasil, Tânia Cosentino; a diretora executiva da Maurício de Sousa Produções, Mônica Sousa e da empresária e apresentadora da GNT e influenciadora, Bielo Pereira, têm presenças confirmadas.
Em seguida, às 11h15, o tema é “Nem romantizar nem desistir – Mães empreendedoras”. Participam desse bate-papo virtual a presidente e fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes e a fundadora da startup Negras Plurais, Caroline Moreira.
Com a mediação da analista de empreendedorismo feminino do Sebrae, Renata Malheiros, elas vão conversar sobre os aspectos culturais que influenciam na vida da mulher empreendedora e possíveis caminhos para superá-los envolvendo toda a sociedade.
No painel “Mulheres e Inovação”, às 14h30, as convidadas vão abordar a participação de empreendedoras em áreas de tecnologia e debater como o público feminino pode ocupar espaços em empresas de base tecnológica (as startups).
A conversa vai contar com as presenças de três empreendedoras: Ana Paula Pisaneschi, CEO do Uffa, startup com soluções em crédito, negociação de dívidas e controle financeiro; Maíra Pimentel, cofundadoraTamboro, startup em educação e inovação e Caroline Dallacorte, CEO da PackID, startup com solução de monitoramento para a cadeia de distribuição de produtos perecíveis. A mediação da conversa será realizada por Marcella Ceva, CIO We Ventures, fundo de investimentos voltado 100% a startups lideradas por mulheres.
Apesar disso, a maioria das mulheres atuam na informalidade. Cerca de 2/3 das proprietárias de um negócio trabalha sem CNPJ. Além disso, dentre as quase 96 mil empreendedoras sergipanas, 87% delas atua por conta própria.
