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Sergipe

Panificadores sergipanos celebram o Dia Mundial do Pão com doações

40 instituições filantrópicas serão beneficiada

Sebrae/SE

O 16 de outubro foi escolhido para celebrar o item mais consumido no café da manhã em todo o mundo: o pão francês. Em Sergipe, o Dia Mundial do Pão será comemorado com o lançamento de uma campanha para estimular o consumo do produto e distribuição de pães para entidades filantrópicas.

Com o lema “Todo mundo tem um jeito de comer pão francês: qual é o seu?”, a ideia é mostrar aos consumidores algumas alternativas para o seu uso na alimentação. No mesmo dia também serão distribuídas 20 mil unidades do produto para cerca de 40 instituições filantrópicas da Grande Aracaju.

As ações são promovidas pelo Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado de Sergipe (Sindipan) em parceria com o Sebrae, Federação das Indústrias de Sergipe (Fies), Senai, Sesc e Sarandi.

“O pão francês é responsável por 45% de todos os pães vendidos na padaria. Queremos neste dia desmistificar alguns preconceitos em relação a esse produto e mostrar que é possível inseri-lo ainda mais na alimentação das pessoas”, explica o presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado de Sergipe (Sindipan), José Rodrigues.

O Dia Mundial do Pão foi criado em 2000, em Nova York, pelas pela União dos Padeiros e Confeiteiros. Segundo os historiadores, o produto surgiu há mais de seis mil anos no Egito, quando a população local descobriu a fermentação do trigo.

Mercado do pão francês

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) mostram que O setor de panificação cresceu 2,69% em 2019, sem descontar a inflação, com um faturamento de R$ 95 bilhões em todo o país. A pesquisa mostra que o faturamento com a produção própria ainda é o fator que puxa o crescimento do setor.

O consumo médio/mês de pão francês cresceu 6,97% em 2019, atingindo a marca de 704,72 toneladas. Porém, as padarias tradicionais têm perdido espaço nesse mercado. O volume de vendas nesses estabelecimentos caiu 4,5% no ano passado, sinalizando que os consumidores passaram a buscar o produto em outros canais de venda como lojas de conveniência e supermercados.