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Sergipe

Corpo de Bombeiros alerta sobre riscos de afogamentos

Caso presencie um afogamento, ligue para os números 193, 192 ou 190

SSP/SE

Com medidas mais brandas no isolamento social e os dias ensolarados, as praias têm sido a preferência de muitas pessoas que buscam por lazer ou locais de prática de atividades físicas. Além da preocupação com a circulação do vírus, é importante manter a atenção para evitar afogamentos. Neste ano, mesmo com a pandemia, foram registrados 21 óbitos decorrentes de afogamentos.

O tenente Sinério dos Santos, do Corpo de Bombeiros, explicou que é fundamental obedecer às sinalizações que são instaladas às margens de rios e de praias para que se evitem acidentes. As sinalizações podem ter sido instaladas não apenas pela corporação, mas também por pessoas que convivem na localidade e conhecem o fluxo da correnteza e alterações geográficas da região.

“É importante obedecer às placas de sinalização, deixadas pelos guarda-vidas ou por qualquer pessoa que trabalhe na área de salvamento, como guardião de piscina, bombeiro civil, guarda-vidas civil ou até mesmo por pessoas da região, como é o caso de rios, com placas e boias, sinalizando qual o lugar fundo ou raso. Então, deve-se obedecer às placas de sinalizações, às orientações deixadas por guarda-vidas e pessoas capacitadas”, frisou.

Além desses cuidados, também é importante verificar a própria condição física, para evitar acidentes nos rios e mares.

“Os cuidados são básicos. Se beber, não entre na água. Se chegar a um lugar que não conhece, o ideal é que não entre. Mesmo conhecendo, procure saber qual a profundidade daquele local. Se for entrar, entre com a água até o umbigo, pois depois pode ser mais difícil de flutuar e se salvar”, alertou.

Ainda de acordo com o tenente, se alguém presenciar um afogamento e não é capacitado para salvar a vítima, procure uma pessoa que possa ajudar no resgate.

“Se você não tem condições, não se acha seguro e capacitado para entrar e fazer um salvamento, o ideal é que você não entre, e tente ajudar à vítima que está se afogando de outra forma. Procurando pessoas com prancha, com material flutuante, pescadores com embarcações. Se não encontrar isso, a melhor forma de se ajudar é ligando 193, 192 ou 190, para que você não entre e venha a se tornar mais uma vítima”, pontuou.