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Sergipe

Servidores de onze categorias de Aracaju paralisam atividades por 48 horas

Servidores de onze categorias decidiram paralisar as atividades na manhã desta segunda-feira (30), a pauta unificada cobra reajuste salarial e melhores condições de trabalho. A concentração acontece na Praça General Valadão, em frente a Secretaria da Fazenda do município de Aracaju, no centro da capital.

A paralisação será de 48h, segundo os servidores as categorias aguardam uma negociação com o prefeito, o percentual mínimo de servidores, de 30% será mantido. As categorias decidiram suspender a prestação de serviços por falta de diálogo com o prefeito. 

Por meio de nota a Prefeitura de Aracaju informou que está realizando um enorme esforço para promover o reconhecimento de direitos dos servidores municipais, que vinham sendo negado anteriormente. Durante a atual gestão, 30% dos servidores de diversas áreas já foram beneficiados diretamente com gratificações por Titulação, Insalubridade, Avanço de Letra e Abono de Permanência.
A Prefeitura ressalta ainda que não pode deixar de levar em conta o planejamento estratégico e as imposições legais, já que a gestão recebeu a cidade em situação caótica, com salários atrasados, direitos negados e falta de investimento na estrutura municipal.
Para garantir avanços e o pagamento em dia dos servidores, foram realizados mutirões, reduções de custeios, centralização de compras e otimização da mão de obra, demonstrando o compromisso da administração com os seus servidores. As medidas adotadas na cidade são, inclusive, referência para diversos administradores e alcançam reconhecimento nacional, sendo considerada a 1ª capital do Nordeste e a 3ª no país que mais reduziu despesas pela mídia nacional. Neste mês de julho, mais uma vez, a administração municipal consegue pagar antecipadamente o salário, nesta segunda-feira, dia 30.
A Prefeitura ainda ressalta que o diálogo com as categorias é constante e desde o início da gestão. Durante os meses de junho e julho, a comissão de negociação realizou reuniões com representantes dos sindicatos de cada categoria para apresentar o demonstrativo financeiro da administração, comprovando a impossibilidade de reajuste neste ano