Preço da cesta básica em Aracaju cai 3,53 % em fevereiro
Dieese
No último mês o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 25 das 27 capitais do Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional Da Cesta Básica De Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical De Estatística E Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Em fevereiro de 2017, em Aracaju, a cesta de alimentos básicos diminuiu -3,53% em comparação com mês anterior; custou R$ 344,72, sendo, assim, a vigésima quinta capital com o maior custo para o conjunto básico de alimentos, entre as 27 pesquisadas pelo DIEESE. Em 12 meses, a variação anual foi de -4,80% e, nos dois primeiros meses de 2017, -1,42%.
Entre janeiro e fevereiro, houve aumento no valor médio da manteiga (70,26%), café em pó (55,73%), farinha de mandioca (52,32%), leite integral (33,82%), arroz agulhinha (20,69%), açúcar (16,23%), óleo de soja (13,98%), e pão francês (4,05%), e banana (3,59%). Os demais houve retração: tomate (-51,62%), feijão carioquinha (-7,20%), carne bovina de primeira (-7,09%).
Em 12 meses, 8 produtos acumularam alta: manteiga (70,26%), café em pó (55,73%), farinha (52,32%), leite integral (33,82%), arroz agulhinha (20,69%), açúcar (16,23%), óleo de soja (13,98%), e o pão francês (4,05%) . As retrações foram verificadas nos preços do tomate (-51,62%), do feijão carioquinha (-7,20%), da carne bovina de primeira (-7,09%) e da banana (-3,59%).
O trabalhador aracajuano, cuja remuneração equivale ao salário mínimo, necessitou cumprir jornada de trabalho, em fevereiro, de 80 horas e 56 minutos, menor que o tempo necessário em janeiro, de 83horas e 54 minutos. Em fevereiro de 2016, a jornada era de 90 horas e 31 minutos.
Em fevereiro de 2017, o custo da cesta em Aracaju comprometeu 39,99% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários) e, em janeiro, o percentual exigido era de 41,45%. Já em fevereiro de 2016, o comprometimento foi de 44,72% do salário mínimo.
