Cantora Amorosa fala da revista "Som da Terra"
Segundo a artista, 25 anos de carreira, a quantidade expressiva de artistas que Sergipe possui
Para a cantora, o livro é a realização de mais um sonho (Foto: Divulgação)
A cantora Amorosa, 42 anos, resolveu explorar o seu lado jornalístico lançando a revista de edição anual: "Som da Terra". São 102 páginas e uma tiragem de dez mil exemplares. Segundo a artista, que completa em 2010, 25 anos de carreira, a publicação mostra para a sociedade a quantidade expressiva de artistas que Sergipe possui e que o Brasil ainda precisa conhecer.
Atalaia Agora - Como e quando surgiu a idéia de fazer a revista?
Amorosa - Trata-se de um sonho de mais de 12 anos. Como eu sempre fui uma mistura de cantora, produtora e empresária de mim mesma, parti para uma idéia de fazer isso também em prol dos artistas sergipanos, criando um catálogo anual de divulgação do cenário musical sergipano.
AA - O que o leitor vai encontrar na revista?
Amorosa - Encontrará um catálogo que reúne mais de 500 contatos de artistas da capital e de cidades como Itabaiana, Estância, Lagarto, Propriá, Canindé, Frei Paulo, Itaporanga, Tobias Barreto, Laranjeiras, Socorro. Agradeço a Deus e a todos que contribuíram, positivamente, com este projeto que foi criado com a força do meu canto.
AA - Ela será veiculada em outros estados? Qual o valor da revista?
Amorosa - A revista será distribuída para as prefeituras de Sergipe, Bahia e Alagoas, secretarias de Cultura das capitais do Nordeste, agências de propaganda, casas de shows, empresários do segmento hoteleiro e para os nossos amigos da imprensa sergipana que ajudam e incentivam a arte do Estado.
AA - Como o leitor pode adquirir a revista?
Amorosa - A revista não é vendida, mas distribuída gratuitamente, exceto se um órgão quiser adquira-la em uma quantidade maior.
AA - E hoje, com a revista lançada, qual a importância de realizar este projeto?
Amorosa - Quero mostrar para a sociedade a quantidade de artistas que Sergipe tem e que ainda precisam ser reconhecidos da forma que merecem. Falo por experiência própria. Até assumir os palcos, nós artistas passamos por poucas e boas nos bastidores, mas por fim, vale a pena sonhar e fazer o que se ama.
