Socorro: Moradores realizam protesto
O protesto interditou a entrada dos loteamentos, que fica no final da Avenida Santa Gleide
Na manhã deste sábado (20) os moradores dos loteamentos Parque São José e Nossa Senhora de Fátima, em Nossa Senhora do Socorro, realizaram um
Os moradores queimaram pneus e pedaços de madeira (Foto: Sérgio Ferreira)
protesto contra a falta de saneamento básico e segurança na localidade. Eles queimaram pneus e pedaços de madeira. O protesto interditou a entrada dos loteamentos, que fica no final da Avenida Santa Gleide.
O Corpo de Bombeiros apagou o fogo rapidamente (Foto: Sérgio Ferreira)
De acordo com a dona de casa Ângela Maria dos Santos, a comunidade tem sofrido com os esgotos a céu aberto transmitindo doenças para as crianças. "A gente pede que o prefeito providencie o calcamento das ruas e melhore a segurança, porque não tem policiamento algum", reclamou.
Os moradores reivindicam melhorias na localidade (Foto: Sérgio Ferreira)
O aposentado João Elias também reclamou da falta de infra- estrutura no local. "Nós estamos esquecidos aqui. Estamos realizando esta manifestação para que as pessoas saibam o que nós estamos sofrendo aqui", falou.
A Polícia militar foi chamada para acalmar os moradores. Uma viatura do Corpo de Bombeiros esteve no local para apagar o fogo gerado pela queima dos pneus. "O fogo foi controlado rapidamente, não houve nenhum dano", garantiu o militar.
O secretário de comunicação da Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro, André Carvalho, disse que várias obras estão sendo
O secretário André Carvalho explicou que o prefeito tem realizado várias obras na cidade. (Foto: Sérgio Ferreira)
realizadas no município e isso gera uma ansiedade em outras comunidades que ainda não foram beneficiadas.
"A partir de março o prefeito Fábio Henrique estará realizando uma audiência pública para avaliar as principais demandas e com certeza incluirá o calçamento das ruas dos loteamentos. O objetivo é fazer o melhor pelos moradores, mas é importante que as pessoas entendam que o prefeito só tem um ano no governo e que neste período não dá para realizar tudo que o município precisa", explicou Carvalho.
