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Sergipe

Sergipanos casaram menos nos últimos dez anos, revela IBGE

Em Sergipe, nos últimos 10 anos houve queda de 5,4% para 5,1% na taxa de nupcialidade, aponta o IBGE

Em 2008, o total de casamentos registrados no Brasil foi 959.901, segundo revela pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Sergipe, nos últimos dez anos houve queda de 5,4% para 5,1% na taxa de nupcialidade.

Segundo pesquisa do IBGE, o total de casamentos no Brasil tem sido crescente, em termos absolutos e relativos nos últimos dez anos, com destaque para o período compreendido entre 2003 a 2008 que passou de 5,8‰ para 6,7‰. O crescimento nos casamentos está relacionado à melhoria no acesso aos serviços de justiça, à procura de casais para formalizarem uniões consensuais e à oferta de casamentos coletivos.

O dados do IBGE revelam que em 2008, as taxas de nupcialidade mais elevadas foram registradas no Acre (12‰) e no Espírito Santo (9,6‰), e as menores taxas foram observadas no Pará (4,4‰) e no Rio Grande do Sul (4,5‰).

Em sentido oposto ao total nacional, na comparação com 1998, apresentaram redução nas taxas de nupcialidade Sergipe (de 5,4‰ para 5,1‰), Rio Grande do Sul (de 4,9‰ para 4,5‰), Mato Grosso (de 5,7‰ para 5,5‰), Minas Gerais (de 7,5‰ para 7,0‰) e Piauí (de 5,1‰ para 4,8‰).

Em 2008, para o conjunto do País, a maior taxa de nupcialidade entre as mulheres permaneceu no grupo etário de 20 a 24 anos (29,7‰), grupo que em 1998 chegava a 31,6‰. Já a taxa de nupcialidade de mulheres mais jovens, do grupo de 15 a 19 anos (16,3%), em 2008, foi significativamente inferior a observada em 1998 (22,6%). Contudo, a taxa eleva-se continuamente entre as mulheres 25 a 29 anos, nesse período, passando de 19,4‰ para 28,4‰.

As taxas de nupcialidade legal das mulheres são maiores apenas nos dois grupos etários mais jovens (15 a 19 anos e 20 a 24 anos), pois nos demais, as taxas observadas para os homens são, sistematicamente, maiores. Os homens tiveram taxa de nupcialidade mais elevada no grupo cujas idades estão compreendidas entre 25 e 29 anos (32,7‰), sendo este valor mais elevado que o observado em 1998 (29,3‰). A partir dos 60 anos de idade, as taxas obtidas para pessoas do sexo masculino são mais que o dobro que as das mulheres. Para todos os grupos de homens, a partir de 25 anos, as taxas de nupcialidade aumentaram com o passar dos anos.

Com informações do IBGE