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Sergipe

Polícia apresenta detalhes do crime do professor

Na manhã de hoje(19) a Polícia apresentou os assassinos do professor Luzivaldo Fernandes dos Santos, de 49 anos. O professor foi morto por dois garotos de

João Gabriel Silva dos Santos,24, e Denison da Conceição,19, foram são os acusados pelo crime. (Foto: Sérgio Ferreira)

programas, o João Gabriel Silva dos Santos de 24 anos e Denisson da Conceição Firmino de 19 anos, conhecido como "Deninho". De acordo com as investigações, horas antes de ser morto o professor ligou para Gabriel e combinou um programa para a noite do dia 10. A vítima recomendou que Gabriel contratasse outro rapaz de R$ 50 para fazerem um programa a três.

O professor foi morto por dois garotos de programas, os demais foram presos por comprar os produtos pertencentes a vítima (Foto: Sérgio Ferreira)

"O que o professor não sabia era que Deninho era ambicioso e já tinha premeditado o crime, uma vez que levou para o encontro fios de telefone, pano e cola de sapateiro, disse o delegado Everton, acrescentando que em determinado momento Deninho pediu mais dinheiro ao professor e ele negou.

Luzivaldo estava nu quando foi dominado pelos acusados e depois obrigado a aspirar um pano umedecido com cola, deixando-o totalmente inconsciente.

A partir da prisão dos principais acusados,a polícia iniciou a caça das pessoas que compraram os produtos da vítima (Foto: Sérgio Ferreira)

"Quando a vítima desmaiou, os dois pegaram os fios de telefone e amararam as pernas e os braços e depois o jogaram dentro da mala do veículo. Depois saíram da pousada e foram para o município de Riachuelo onde jogaram o corpo do professor em uma ribanceira", contou o delegado acrescentando que o professor tinha vários hematomas pelo corpo devido aos chutes e murros, mas não houve tiros e nem os olhos foram arrancados.

Divergência - Deninho conta uma versão e Gabriel outra. O certo é que Denisson queria dinheiro e o carro da vítima para curtir uma festa em Nossa Senhora das Dores e Areia Branca e Gabriel o dinheiro do programa,

O delegado Everton Santos, diretor do Departamento de Homícidios coordenou a operação (Foto: Sérgio Ferreira)

mas acabou usufruindo da morte do professor. Os dois não tem profissão e vivem de programas pagos por homossexuais. Os dois vão receber pelo crime de latrocínio e os demais por receptação.

Compra de produtos da vítima - O som foi apreendido com o taxista Agmélio Santos, conhecido como "Helinho", no conjunto João Alves Filho. Geovane de Paes Souza, foi preso também no João Alves, Fabio Barbosa Santos, preso em Aracaju, Adriano Santos e Valtenir Silva também foram beneficiados pelo dinheiro do professor.