Semarh se prepara para realizar a I Conferência Estadual de Saúde Ambiental
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) realizou na manhã desta segunda-feira, 10, reunião de preparação para ‘I Conferência Estadual de Saúde Ambiental`. O evento teve como objetivo promover um grande debate para a construção de propostas que garantam a qualidade de vida e saúde da população, a partir de uma perspectiva ambiental. A reunião aconteceu na Companhia de Desenvolvimento Industrial e de Recursos Minerais de Sergipe (Codise).
Promovida pela Semarh, em parceria com a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) e a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a conferência irá ocorrer entre os dias 19 e 21 de outubro deste ano, no Centro de Convenções de Sergipe (CIC). Antes, um ciclo de reuniões com os mesmos objetivos vai ser promovido nos oito territórios sergipanos, formando assim a Conferência Territorial.
De acordo com o superintendente de Qualidade Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental da Semarh e coordenador da conferência, Lício Valério, a reunião desta segunda-feira foi um momento para discutir as propostas da conferência de Saúde Ambiental, bem como os encaminhamentos necessários à sua execução.
"Os impactos à natureza estão diretamente relacionados à qualidade de vida e conseqüentemente da saúde das pessoas. Por isso, a conferência também pretende ampliar a consciência sanitária, política e ambiental da sociedade sobre as determinantes para um conceito ampliado de saúde", ressalta.
Conferência Nacional
As etapas municipal e estadual da conferência acontecem em todo território nacional e antecedem a I Conferência Nacional de Saúde Ambiental, com o tema ‘A saúde ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis`. A etapa nacional será realizada em Brasília (DF), de 15 a 18 de dezembro deste ano.
O evento é uma iniciativa dos Conselhos Nacionais de Saúde, Cidades e Meio Ambiente. A idéia surgiu com o objetivo de buscar soluções para os impactos à saúde humana e aos ecossistemas do planeta, provocados pela ação humana, através de políticas públicas interdisciplinares, integradas e participativas.
Fonte:ASN
