Sem as “cotas”, aluno de escola pública seria o 51º excedente em Medicina
Os 12.758 pontos obtidos pelo aluno, primeiro colocado, da rede pública para o curso de Medicina na Universidade Federal de Sergipe lhe dariam apenas a 51ª excedência caso não existisse o sistema de cotas. O levantamento foi realizado pelo professor Anderson Góis através do twitter.
O levantamento mostra que a pontuação do último colocado da rede privada foi 16.011 contra os 12.758 do primeiro da rede pública. "Não é justo o governo tentar o ganho político de uma ação", disse o professor em seu microblog.
Gois avisou que não é contra as cotas, já que estudou em escola pública e pensa em fazer vestibular para Filosofia. A nossa educação infantil não passa de meras creches: sem pedagogos, psicopedagogos, assistentes sociais... temos é que investir em educação de qualidade desde de a 1ª infância com educação infantil capaz de inserir desde cedo o ser humano", criticou.
