Factóide sindical - por Adiberto de Souza
O Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe está correto quando mobiliza os associados do Ipesaúde para defender o Plano de Cargos e Salários da categoria (PCS). Neste ponto, é preciso dizer que, desde o princípio dos debates, a diretoria do Instituto jamais se recusou em debater o tema, a ponto de ter contratado uma empresa para elaborar o Plano.
O Sindicato, contudo, incorre em grave erro quando espalha que a instituição está à beira do fechamento. Isso não é verdade. Nunca uma diretoria fez tanto pelo Ipesaúde como a atual, que recebeu a casa em petição de miséria.
O velho e obsoleto mobiliário foi substituído, adquiriu-se novos e modernos consultórios odontológicos, a marcação de exames e consultas ganhou mais agilidade, criou-se a carteira de identificação de PVC para impedir as falsificações, os servidores vivem fazendo cursos e tiveram direito, ano passado, a uma gratificação salarial até que saia o PCS, várias unidades do interior foram recuperadas e a sede está sendo totalmente reformada.
Ora, quem quer fechar não promove tantas melhorias. Antes de propagar inverdades, a entidade sindical deveria se desculpar com os beneficiários, que não foram consultados ontem porque alguns profissionais de saúde e servidores administrativos suspenderam o atendimento. Portanto, a reivindicação do PCS é justa, mas em nome dela não se pode prejudicar terceiros e sair por aí criando factóides, espalhando boatos.
