Prefeitura de Cristinápolis alega falta de verba para ano letivo e vereadores contestam
As aulas estavam previstas para iniciar no dia 6 de março, mas ainda não começaram
O ano letivo da rede municipal de ensino de Cristinápolis estava previsto para ter iniciado no dia 6 de março. Mas, até esta segunda-feira (13), as aulas ainda não começaram. Diante disso, pais e responsáveis têm se indagado o porquê do atraso e o assunto tem repercutido entre os políticos.
Nas redes sociais, a prefeitura afirmou que o início das aulas ainda não foi possível por questões orçamentárias e explicou ter encaminhado a demanda para os vereadores do município. "Um projeto de lei foi enviado para a Câmara de Vereadores para tentar regulamentar essa situação, porém os edis [vereadores] reprovaram e solicitaram um maior detalhamento do projeto como condição para a sua aprovação", detalhou a prefeitura em nota.
Em contrapartida, o vereador Landerrobson Ribeiro (PDT), conhecido como Landinho, alega que na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023 já está fixado o valor de R$ 36.639.344,75 para a educação municipal.
"Lançaram nota de esclarecimento, postada nas redes sociais do prefeito, do vice e nas oficiais da prefeitura e compartilhada por seus adoradores, onde transferem a responsabilidade do Poder Executivo para os vereadores. Já existe verba nos cofres públicos e se as aulas ainda não iniciaram, a culpa efetivamente não é dos vereadores", defendeu Landinho.
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