Operação prende sete pessoas e bloqueia R$ 270 milhões ligados ao crime organizado

A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (10)

Por Portal A8SE com informações da SSP/SE 10/02/2026 14h22
Operação prende sete pessoas e bloqueia R$ 270 milhões ligados ao crime organizado
Reprodução/SSP

Sete pessoas foram presas e cerca de R$ 270 milhões em ativos financeiros foram bloqueados durante a Operação Martelo, que teve como alvo uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (10) e contou com atuação conjunta das polícias civis em municípios da Bahia e nos estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba e Paraná.

De acordo com as informações oficiais, a Polícia Civil de Sergipe participou da operação com equipes do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), que cumpriram mandados judiciais em Aracaju.

Na capital sergipana, foram realizadas três prisões — duas delas contra um casal localizado em um condomínio no bairro Atalaia e outra contra um investigado que já estava custodiado no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no bairro Santa Maria. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, um no apartamento do casal e outro na cela do detento.

Operação Martelo

A investigação, conduzida pela Polícia Civil da Bahia ao longo de aproximadamente um ano, identificou uma estrutura criminosa organizada, com divisão de funções e atuação em crimes violentos e na movimentação de recursos ilícitos.

No total, a operação resultou na prisão de quatro pessoas na Bahia, duas em Sergipe e uma em Alagoas, onde foi detida a companheira de uma liderança criminosa já presa em unidade de segurança máxima. Durante as ações, foram apreendidos celulares, porções de drogas, veículos, documentos e uma maleta com dinheiro falso, além de outros materiais considerados importantes para as investigações.

Ainda segundo a polícia, a Justiça autorizou o bloqueio de aproximadamente R$ 270 milhões em contas bancárias e aplicações financeiras ligadas aos investigados. Relatórios apontaram movimentações incompatíveis com a renda declarada, além de antecedentes criminais da maioria dos envolvidos.

As diligências seguem em andamento e os presos, assim como o material apreendido em Sergipe, foram colocados à disposição da Justiça e integrados à investigação principal conduzida pela Polícia Civil da Bahia.

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