[VÍDEO] Mulher é agredida pelo companheiro e casa é incendiada em Moita Bonita

Suspeito fugiu após espancar a vítima em via pública e atear fogo no imóvel; caso é investigado como violência doméstica

Por Redação do Portal A8SE, com informações da PM/SE 21/12/2025 16h47
[VÍDEO] Mulher é agredida pelo companheiro e casa é incendiada em Moita Bonita
Foto: Reprodução Redes Sociais


Uma mulher foi brutalmente agredida pelo companheiro na noite do último sábado (20), no povoado Capunga, zona rural de Moita Bonita, em Sergipe. O caso é investigado como violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha.

Segundo a Polícia Militar (PM), a guarnição foi acionada por populares por volta das 20h40, com a informação de que uma mulher estava sendo espancada em via pública. Ao chegar ao local, os policiais foram informados sobre a identidade do suspeito, conhecido apenas pelo apelido de “Palito”, que fugiu ao perceber a presença da PM, entrando em uma área de mata.

Os militares localizaram a vítima caída ao solo e desacordada. Testemunhas relataram que ela e o companheiro passaram o dia ingerindo bebida alcoólica e, após um desentendimento, o suspeito iniciou as agressões com socos e chutes, deixando a mulher inconsciente antes de fugir.

Como não foi possível acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima foi socorrida por uma ambulância da Prefeitura de Moita Bonita e encaminhada ao Hospital Regional de Itabaiana.

Enquanto a equipe retornava do hospital, novas denúncias informaram que o suspeito havia voltado à residência do casal, quebrado móveis e pertences e, em seguida, ateado fogo no imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou o incêndio. O agressor fugiu novamente antes da chegada das equipes policiais.

Buscas foram realizadas na região, mas o suspeito não foi localizado. A Polícia orientou moradores a denunciarem caso ele retorne ao povoado. O caso será apurado pela Polícia Civil.

A vítima é mãe de duas crianças, de aproximadamente 4 e 8 anos, que presenciaram as agressões. Elas ficaram sob os cuidados de uma vizinha. Moradores relataram aida que o relacionamento tinha cerca de seis meses e já havia histórico de agressões, que não eram denunciadas.

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