Desemprego

Sergipe e mais cinco estados registram maior taxa de desocupação

Sergipe registrou uma taxa de 12,7% de desocupação, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

Por Redação do Portal A8SE e R7.com 12/08/2022 11h55
Sergipe e mais cinco estados registram maior taxa de desocupação
Edu Garcia/R7

Sergipe e mais cinco estados registraram maiores taxas de desocupação ao fim do segundo trimestre, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). Os dados foram apurados na Bahia (15,5%), Pernambuco (13,6%), Sergipe (12,7%), e as menores, em Santa Catarina (3,9%), Mato Grosso (4,4%) e em Mato Grosso do Sul (5,2%).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o movimento que reduziu a taxa de desemprego a 9,3%, o menor nível desde 2016, foi guiado por 22 estados, que reflete a redução disseminada do número de profissionais desocupadas no segundo trimestre de 2022.

Amapá, Ceará, Rondônia, Mato Grosso e o Distrito Federal registraram estabilidade na movimentação do mercado de trabalho, mostram os dados divulgados pelo IBGE.

O estado de Pernambuco registrou maior recuo da taxa de desemprego, com queda de 3,5 pontos percentuais na taxa de desocupação, de 17% para 13,6%. Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 pontos percentuais. Já no confronto anual, ante o segundo trimestre de 2021, todas as 27 unidades da Federação  tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

A pesquisa mostra também que 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada no segundo trimestre de 2022, com destaques para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte de baixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51%).

Desigualdade

O estudo revela ainda que, enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram altas no segundo trimestre deste ano.