Novo remédio para tratamento de neuroblastoma será custeado pelo SUS
O diagnóstico da doença é geralmente feito por meio de biópsia
Nessa quinta-feira (5), a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a incorporação do medicamento betadinutuximabe ao tratamento do neuroblastoma de alto risco, que será agora custeado e distribuído pelo SUS.
O neuroblastoma é mais frequente em crianças com menos de cinco anos de idade e pode manifestar sintomas como irritabilidade, febre, palidez, incômodo no tórax, dor de barriga, dor óssea e emagrecimento. O diagnóstico da doença é geralmente feito por meio de biópsia.
A decisão permite que pacientes que tenham sido previamente tratados com quimioterapia, alcançado uma resposta parcial, seguido de terapêutica mieloablativa e transplante de células-tronco possam acessar o tratamento.
O medicamento, conhecido comercialmente como Qarziba e produzido pelo laboratório Recordati, é indicado para casos graves e recidivas do neuroblastoma, uma condição que é o terceiro câncer infantil mais comum.
O betadinutuximabe, que custa cerca de R$ 2 milhões, já foi utilizado em mais de mil pacientes em 18 países e é associado a uma melhoria na sobrevida e na chance de cura, além de reduzir o risco de recidiva da doença.
Além da recomendação sobre o betadinutuximabe, a reunião da Conitec também aprovou a incorporação de novos medicamentos para a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
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