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Brasil

Reaproveitar e reciclar: móveis usados ganham novas utilidades

Para quem ainda não tem experiência com reciclagem de móveis, a jornalista conta que é muito mais fáceis do que se imagina.

Quando a jornalista Susana Guimarães decidiu reformar móveis antigos a pretensão era economizar dinheiro e ter objetos personalizados.  E foi somente com o tempo que ela começou a enxergar em peças consideradas obsoletas, artigos de decoração para o seu apartamento. “Acho legal quando pego um objeto que ninguém quer e transformo em algo que todo mundo que vê se encanta”, comentou.

Quem entra no apartamento de Susana encontra uma grande variedade de móveis antigos que ganharam novas cores e objetos considerados descartáveis com novas utilidades. Exemplo disso é a mesa de centro que antes da transformação era um carretel. Os sofás foram comprados em lojas de móveis usados e sempre ganham novos forros que dão o tom para a sala-de-estar. “Minha casa é sempre uma casa nova quando decido mudar alguma coisa”. 

Na sala, o assento do sofá ganhou o vibrante da cor vermelho, nas cadeiras a estampa floral deu ainda mais vida para o ambiente. Susana sempre transforma o objetos de acordo com o que sente. “Com o móvel também podemos externar o que somos e o que sentimos”.  No quarto, a penteadeira comprada em uma loja de móveis usados ganhou ainda mais delicadeza com o branco que ofereceu um toque delicado ao ambiente, na poltrona foram utilizados retalhos de tecidos que ela tinha guardado.  A palavra ultrapassado quase não existe no dicionário de Susana que tem prazer em transformar os objetos em verdadeiras obras de arte.

Para quem ainda não tem experiência com reciclagem de móveis, a jornalista conta que é muito mais fácil do que se imagina. “A ideia é ver possibilidades em algo que parecia não ter mais valor, algumas coisas simples e que custam pouco podem transformar o objeto, como por exemplo, cobrir com jornal ou plotar com adesivos, existem muitas opções para dar uma nova cara seja em um móvel ou até em uma pintura na parede”, lembrou.

A economia com a compra de móveis antigos ainda não foi contabilizada por Susana, que hoje não considera esse quesito como prioridade. “Mais do que tudo é uma terapia, no momento que estou fazendo minha arte, não penso em problemas, ou se penso, até encontro soluções”, declarou.