Mais do que um meio de transporte, as motos esportivas são um estilo de vida
A moto mais vendida do mercado nesse segmento é a Honda CBR1000 RR que custa em média R$ 62 mil reais
Elas são maiores, mais pesadas, aerodinâmicas, com mais cilindradas e consequentemente mais potentes. As motos esportivas unem todas essas características que são os motivos que levam muitas pessoas a serem amantes do veículo. Essas “máquinas” não são necessariamente usadas como um meio de transporte, elas fazem parte do estilo de vida de um público específico.
“Esse é um público diferente, são pessoas que são afixadas por esse tipo de veículo, não deixa de ser por locomoção, mas porque as características da moto lhe chamam a atenção. Nesse caso, o interesse maior é o status, a sensação de aventura que a moto proporciona e a liberdade”, acredita o gerente de uma loja especializada, Ricardo Andrade.
Além de serem mais equipadas e possuírem um maior desempenho, as motos esportivas também são muito mais caras. Um veículo dessa categoria pode custar de R$ 27 mil reais a R$ 100 mil, dependendo da marca e dos equipamentos que nele contenham. Os acessórios também não são nada em conta, só um pneu pode custar R$ 1.500, um capacete chega a valer até R$ 5 mil reais.
“Pessoas que tem esse tipo de moto, provavelmente tem um carro, ou até outros veículos. É um público que geralmente tem alto poder aquisitivo, até porque a manutenção dessas motos também custam caro”, avalia o gerente Ricardo.
A queridinha do público
A moto mais procurada do mercado nesse segmento é a Honda CBR1000 RR que custa em média R$ 62 mil reais.
Para ter uma ideia da popularidade do modelo, em um período de dois meses, ela dominou quase metade das vendas de uma loja exclusiva para motos esportivas. Do início de agosto até o final de setembro, 13 motos foram vendidas, e seis delas, eram do modelo CBR 1000 RR.
“Para esse tipo de moto também oferecemos equipamentos e assessórios, não por uma questão de segurança, até porque essas motos são mais seguras, mas por uma questão de melhor condução do veículo”, finalizou Ricardo.
