Sergipe

24/04/2018 às 15h43

Burocracia e preço alimentam a indústria das obras inacabadas e geram graves prejuízos financeiros

Com informações da Assessoria do Evento

Foto: Divulgação

Em Sergipe existem cerca de 1.000 obras públicas paralisadas. A maioria delas tem recursos federais investidos e se deterioram ao longo dos anos. Além da burocracia que em muito atravanca o processo, empreiteiros, órgãos fiscalizadores e governos têm dificuldade de chegar a um consenso quando a questão é, sobretudo, o preço. O “cemitério de obras inacabadas”, como bem classifica o presidente da Associação Sergipana de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), Luciano Franco Barreto, tritura muitos milhões de Reais que poderiam estar sendo investidos em serviços que melhorariam, sobremaneira, a vida da população.

Com o propósito de discutir esses entraves, o Café Com Debate deste mês abordará o assunto, especialmente, na perspectiva de mostrar quão nociva é essa política que gera prejuízos financeiros incalculáveis para o erário, emperra o desenvolvimento econômico e social e provoca danos irreparáveis para a sociedade.

O evento, promovido pela Set Comunicação Estratégica, e organizado pela jornalista Katia Santana e pela radialista Magna Santana, ocorrerá no próximo dia 26 de abril (quinta-feira), às 19h, no Hotel Sesc Atalaia, e contará com a presença de diversas autoridades envolvidas com o tema, como o superintendente do Tribunal de Contas da União, Jackson Souza; do promotor de Justiça, Jarbas Adelino Júnior, titular do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Ordem Tributária; representantes do Sinduscon Sergipe, entidade de classe representativa da indústria da construção civil, dentre outras.

O acesso ao Café Com Debate tem vagas limitadas e os interessados devem entrar em contato através dos telefones (79) 9 91133016 (whatsApp) ou 3303 4881. Estudantes receberão certificado de quatro horas para atividades extracurriculares.

 


Fonte: Com informações da Assessoria do Evento