Sergipe

03/03/2009 às 19h52

Albano aponta medidas para país enfrentar crise

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o deputado sergipano Albano Franco falou sobre a tão temida crise econômica e apontou algumas medidas, que no seu entendimento, são eficazes para o Brasil enfrentar a recessão mundial.

Redação Portal A8

 

O deputado federal por Sergipe, Albano Franco (PSDB) fez hoje (3) uma análise da cridse econômica mundial. Ele advertiu sobre a  queda do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional que, segundo o parlamentar, este ano ficará abaixo de 2%.

 

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o parlamentar tucano, apontou algumas medidas, que no seu entendimento, são eficazes para o Brasil enfrentar a recessão mundial.

"O estímulo ao consumo,  a elevação da despesa pública e as reformas que flexibilizem as relações trabalhistas e reduzam a carga tributária das pessoas e das empresas, são algumas das medidas", pontuou Albano, ressaltando que o governo brasileiro deve agir com segurança e tempestividade, a fim de que os efeitos da crise sobre o país sejam absorvidos de forma a causar o menor impacto possível no ritmo das atividades econômicas.

Albano disse que, diferentemente dos Estados Unidos, o Brasil tem a seu favor um sistema bancário sólido "graças ao bem sucedido programa econômico (para salvar bancos em crise), implantado no reformista e emblemático governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, o Proer".

O deputado sergipano afirmou reconhecer que o atual governo adotou medidas creditícias e fiscais para estimular a demanda efetiva por consumo e investimentos, mas, tais medidas terão maior eficácia se o índice de confiabilidade dos agentes econômicos estiver em alta. "Em fevereiro, a confiança do consumidor caiu 1,4% em relação a janeiro, o menor patamar da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciada em setembro de 2005", citou Albano.

Ele defendeu a necessidade do governo produzir campanhas para estimular o consumo, a fim de evitar que a economia não caia na chamada armadilha da liquidez, quando o consumo se reduz a níveis baixos e, conseqüentemente o investimento, levando à depressão.