Sergipe

30/01/2016 às 10h50

Operação conjunta do Denarc e Delegacia de Estância apreende maconha, cocaína e um adolescente

SSP/SE

Foto: SSP/SE
Uma operação conjunta da Delegacia Regional de Estância e do Departamento de Narcóticos (DENARC) da Polícia Civil culminou com a prisão de Julhiana Adelma dos Santos, de 23 anos, e apreensão de um adolescente de 16 anos. Além disso, durante a operação, os policiais conseguiram apreender 10 quilos de maconha e 600 gramas de cocaínas.

No final da noite da última sexta-feira, 29, a equipe de investigadores, coordenada pelo delegado André David - delegado Regional de Estância - recebeu uma informação anônima que o adolescente, oriundo da cidade de Estância, estaria indo a Aracaju comprar uma elevada quantidade de maconha.

Assim, policiais do município e do Denarc trocaram informações e monitoraram o trajeto que o jovem, do momento em que ele chegou na capital, até a ida dele para o conjunto João Alves, em Nossa Senhora Senhora do Socorro, onde o mesmo se encontrou com Julhiana Adelma dos Santos, de 23 anos.

Após o encontro, os dois foram até a residência de Julhiana. Após algum tempo, o adolescente saiu da casa com uma bolsa. Neste momento ele foi abordado pelos policiais, que encontraram um “tijolo” de maconha prensada com em posse dele.

"Diante da flagrância evidente, os policiais decidiram entrar na casa, onde encontraram duas caixas contendo 13 “tijolos” da mesma droga e 600g (gramas) de cocaína, separadas em diversas trouxinhas plásticas e prontas para a distribuição", conta o delegado do Denarc, André Baronto.

O delegado Hugo Leonardo, da divisão de Narcóticos da Delegacia Regional de Estância, informou que a mulher confessou a comercialização do entorpecente, mas atribuiu a propriedade do material ilícito a seu companheiro, Daniel da Silva Martins, que está preso no Presídio de Tobias Barreto, cumprindo pena por homicídio, ocultação de cadáver e tráfico de drogas.

Julhiana Adelma dos Santos será indiciada pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas somadas podem atingir 25 anos de reclusão. Quanto ao adolescente, será encaminhado ao Ministério Público, que decidirá sobre sua internação provisória.


Fonte: SSP/SE