Sergipe

17/12/2015 às 10h15

Polícia detalha prisão de suspeito de assaltar Ponto Banese em Muribeca

Redação Portal A8

A polícia detalhou na manhã desta quinta-feira (17) a prisão dos suspeitos de assaltar o Ponto Banese da cidade de Muribeca, no dia 26 de outubro. Foram presos Edson dos Santos, considerado pela polícia como o mentor da ação, Wanderson Santos de Oliveira, que participou dirigindo o veículo utilizado durante o assalto, e Deivid José Teles da Silva, que participou dirigindo o veículo utilizado durante o assalto. Continua foragido o Cristiano Ferreira dos Santos, conhecido como "Tasso".

Edson foi presos na quinta (15), no bairro Quintalé, município de Laranjeiras, onde estava escondido na casa de Paulo Roberto dos Santos, "Paulo Cabeção", que também foi preso por dar cobertura ao suspeito e pelo porte ilegal de uma pistola, que foi apreendida. 

De acordo com a polícia, o suspeito tentou fugir, mas foi capturado. Edson dos Santos tinha um mandado de prisão em aberto. “Ele tentou fugir, mas não conseguiu escapar. Ele estava cercado pela polícia. Nosso núcleo de inteligência começou a localizar o suspeito por volta adas 17h da tarde. Ás 23h da noite nós localizamos ele no quintal de uma residência que fica entrada de Laranjeiras”, afirma major George, comandante do Grupo de Ações Táticas do Interior (Gati).

Edson dos Santos confessou à polícia ter participado do assalto ao ponto Banese de Muribeca. Ele e mais três homens participaram da ação criminosa. No dia 6 de novembro a polícia cumpriu o mandado de prisão contra um dos suspeitos identificado como, Wenderson, conhecido como “Galeguinho”. O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) efetuou a prisão de outro integrante da quadrilha na cidade de Maruim. O quarto e último suspeito de prenome, Tácio, ainda está foragido.

De acordo com a polícia, os criminosos roubaram cerca de R$ 210 mil reais do banco. “Os suspeitos já são acusados de cometer outros delitos. Eles entraram no banco armados com pistolas em plena segunda-feira. São pessoas violentas, com passagem pelo sistema prisional. Com a ajuda da população conseguimos chegar até eles e prender quase toda a quadrilha”, conclui major George.